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domingo, 2 de junho de 2013

OS LIVROS APÓCRIFOS

Heresias, lendas, mitos e absurdos nos livros apócrifos


Olá, irmãos, amigos e verdadeiros estudantes da Palavra de Deus, a paz do Senhor Jesus! Enquanto não termino um artigo que estou a postar aqui no blog, deixo um excelente artigo que, na verdade, é uma competente defesa da verdade. Boa leitura!

Os evangélicos adotam um cânon com 66 livros, enquanto os católicos assumem um cânon maior, com 73 livros, pois incluem outros 7 livros que não constam na Bíblia canônica, sendo eles:

 Tobias
 Judite
 1ª Macabeus
 2ª Macabeus
 Sabedoria de Salomão
 Eclesiástico
 Baruque

Além disso, possuem adições ao livro de Ester e ao de Daniel. Sabermos qual cânon é o correto é extremamente importante, pois muitas heresias católicas são apoiadas por estes livros, o que foi uma das razões principais pelas quais foram aceitos pelo Concílio de Trento (1545 - 1563), em resposta à Reforma Protestante. Algumas das heresias, mitos, lendas e absurdos que podemos mencionar são:


1º Heresias:

 Artes mágicas e feitiçaria como método de exorcismo:

“Então disse o anjo: Tira as entranhas a esse peixe, e guarda, porque estas coisas te serão úteis. Feito isto, assou Tobias parte de sua carne, e levaram-na consigo para o caminho; salgaram o resto, para que lhes bastassem até chegassem a Ragés, cidade dos Medos. Então Tobias perguntou ao anjo e disse-lhe: Irmão Azarias, suplico-lhe que me digas de que remédio servirão estas partes do peixe, que tu me mandaste guardar: E o anjo, respondendo, disse-lhe: Se tu puseres um pedacinho do seu coração sobre brasas acesas, o seu fumo afugenta toda a casta de demônios, tanto do homem como da mulher, de sorte que não tornam mais a chegar a eles. E o fel é bom para untar os olhos que têm algumas névoas, e sararão” (Tobias 6:5-9)

 Esmolas como método de salvação:

“É boa a oração acompanhada do jejum, dar esmola vale mais do que juntar tesouros de ouro; porque aesmola livra da morte (eterna), e é a que apaga os pecados, e faz encontrar a misericórdia e a vida eterna” (Tobias 12:8,9)

 Sabedoria como método de salvação:

“Assim se tornaram direitas as veredas dos que estão na terra; os homens aprenderam as coisas que vos agradam e pela sabedoria foram salvos (Sabedoria 8:19)

 Oração pelos mortos:

“E tendo feito uma coleta, mandou doze mil dracmas de prata a Jerusalém, para serem oferecidas em sacrifícios pelos pecados dos mortos, sentindo bem e religiosamente a ressurreição, (porque, se ele não esperasse que os que tinham sido mortos, haviam um dia de ressuscitar, teria por uma coisa supérflua e vã orar pelos defuntos); e porque ele considerava que aos que tinham falecido na piedade estava reservada uma grandíssima misericórdia. É, pois, um santo e salutar pensamento orar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecados (2ª Macabeus 12:43-46)

 Intercessão dos mortos:

“Senhor todo-poderoso, Deus de Israel, escutai a prece dos mortos de Israel, dos filhos daqueles que pecaram contra vós, que não atenderam à voz do Senhor, seu Deus, e por isso foram levados à desgraça” (Baruque 3:4)

 Purgatório

“As almas dos justos estão na mão de Deus, e não os tocará o tormento da morte. Pareceu aos olhos dos insensatos que morriam; e a sua saída deste mundo foi considerada como uma aflição, e a sua separação de nós como um extermínio; mas eles estão em paz (no Céu). E, se eles sofreram tormentos diante dos homens, a sua esperança está cheia de imortalidade” (Sabedoria 3:1-4)

 Pré-existência das almas:

“Eu era um menino vigoroso, dotado de uma alma excelente, ou antes, como era bom, eu vim a um corpo intacto (Sabedoria 8:19,20)


2º Mitos e Lendas

 Mulher que jejuava todos os dias de sua vida:

“E no andar superir de sua casa tinha feito para si um quarto retirado, no qual se conservava recolhida com as suas criadas, e, trazendo um cilício sobre os seus rins, jejuava todos os dias de sua vida, exceto nos sábados, e nas neomênias, das festas da sua casa de Israel” (Judite 8:5,6)

 Dragões existem de verdade e Daniel matou um deles:

“Havia um dragão enorme adorado pelos babilônios. O rei disse a Daniel: ‘Você não vai me dizer que ele é de bronze; está vivo, come e bebe. Você não pode negar que é um deus vivo. Então, adore-o também’. Daniel respondeu: ‘Só adoro ao Senhor meu Deus, porque ele é o Deus vivo. Se Vossa Majestade permitir, eu mato este dragão sem espada e sem porrete’. O rei disse: ‘A licença está concedida’. Daniel pegou piche, sebo e crinas, cozinhou tudo junto, fez com aquilo uns bolos e jogou na boca do dragão. Ele engoliu aquilo e se arrebentou. Então Daniel disse: ‘Vejam o que vocês adoravam!’ Quando os babilônios ouviram falar disso, ficaram muito indignados e revoltados contra o rei, e diziam: ‘O rei virou judeu! Quebrou Bel, matou o dragão e assassinou os sacerdotes’” (Daniel 14:23-28)

 Daniel é lançado de novo na cova dos leões!

“No sétimo dia, o rei foi chorar a morte de Daniel. Chegou à beira da cova e lá estava Daniel sentado tranquilamente. Então o rei exclamou em alta voz: ‘Tu és grande, ó Senhor, Deus de Daniel! Além de ti não existe outro Deus’. O rei mandou retirar Daniel da cova e jogou aí aqueles que pretendiam matá-lo. Foram devorados num instante, na presença do rei” (Daniel 14:40-42)


3º Absurdos

 Anjos que mentem:

“E o anjo disse-lhe: Eu o conduzirei e to reconduzirei. Tobias respondeu: Peço-te que me digas de que família e de que tribo és tu? O anjo Rafael disse-lhe: Procuras saber a família do mercenário, ou mesmo mercenário que vá com teu filho? Mas para que não te ponhas em cuidados, eu sou Azarias, filho do grande Ananias. E Tobias respondeu-lhe: Tu és de uma ilustre família. Mas peço-te que não te ofendas por eu desejar conhecer a tua geração” (Tobias 5:15-19)

 Habacuque é teletransportado para a Babilônia agarrado pelos cabelos:

“O anjo do Senhor disse a Habacuc: ‘Esse almoço que você tem aí leve para Daniel, lá na Babilônia, na cova dos leões’. Habacuc disse: ‘Meu senhor, eu nunca vi a Babilônia, nem conheço essa cova!’ O anjo do Senhor pegou-o pelo alto da cabeça, carregou-o pelos cabelos e, com a rapidez do vento, colocou-o à beira da cova (Daniel 14:34-36)

 Não podemos amparar o pecador:

“Dá ao homem bom, não ampares o pecador, pois Deus dará ao mau e ao pecador o que merecem; ele os guarda para o dia em que os castigará. Dá àquele que é bom, e não auxilies o pecador(Eclesiástico 12:4,5)

 Devemos impedir que deem pão a um ímpio:

“Faze o bem ao homem humilde, e nada dês ao ímpio; impede que se lhe dê pão, para não suceder que ele se torne mais poderoso do que tu. Pois acharás um duplo mal em todo o bem que lhe fizeres, porque o próprio Altíssimo abomina os pecadores, e exerce vingança sobre os ímpios”(Eclesiastico 12:6,7)

 Trato cruel aos escravos:

“Para o jumento o feno, a vara e a carga. Para o escravo o pão, o castigo e o trabalho. O escravo só trabalha quando corrigido, e só aspira ao repouso; afrouxa-lhe a mão, e ele buscará a liberdade. O jugo e a correia fazem dobrar o mais rígido pescoço; o trabalho contínuo torna o escravo dócil. Para o escravo malévolo a tortura e as peias; manda-o para o trabalho para que ele não fique ocioso, pois a ociosidade ensina muita malícia. Ocupa-o no trabalho, pois é o que lhe convém. Se ele não obedecer, submete-o com grilhões, mas não cometas excessos, seja com quem for, e não faças coisa alguma importante sem ter refletido” (Eclesiástico 33:25-30)

 Devemos golpear até sangrar as costas de um escravo ruim:

“Não te envergonhes de não fazer diferença na venda e com os mercadores, de corrigir frequentemente os teus filhos, de golpear até sangrar as costas de um escravo ruim (Eclesiástico 42:5)

 Incentivo ao ódio aos estrangeiros e aos samaritanos que são xingados de “idiotas”:

“Há duas nações que eu detesto, e uma terceira que sequer é nação: os habitantes da montanha de Seir, os filisteus e o povo idiota que habita em Siquém (Eclesiástico 50:25,26)

 Preconceito contra as mulheres:

“A tristeza do coração é uma chaga universal, e a maldade feminina é uma malícia consumada. Toda chaga, não, porém, a chaga do coração; toda malícia, não, porém, a malícia da mulher; toda vingança, não, porém, a que nos causam nossos adversários; toda vingança, não, porém, a de nossos inimigos. Não há veneno pior que o das serpentes; não há cólera que vença a da mulher. É melhor viver com um leão e um dragão, que morar com uma mulher maldosa. A malícia de uma mulher transtorna-lhe as feições, obscurece-lhe o olhar como o de um urso, e dá-lhe uma tez com a aparência de saco. Entre seus parentes, queixa-se o seu marido, e, ouvindo-os, suspira amargamente. Toda malícia é leve, comparada com a malícia de uma mulher; que a sorte dos pecadores caia sobre ela! Como uma ladeira arenosa aos pés de um ancião, assim é a mulher tagarela para um marido pacato. Não contemples a beleza de uma mulher, não cobices uma mulher pela sua beleza. Grandes são a cólera de uma mulher, sua audácia, sua desordem. Se a mulher tiver o mando, ela se erguerá contra o marido. Coração abatido, semblante triste e chaga de coração: eis (o que faz) uma mulher maldosa. Mãos lânguidas, joelhos que se dobram: eis (o que faz) uma mulher que não traz felicidade ao seu marido. Foi pela mulher que começou o pecado, e é por causa dela que todos morremos (Eclesiástico 25:17-33)

 O próprio autor reconhece que seu livro é medíocre:

Por isso, aqui ponho fim à minha narrativa. Se o fiz bem, de maneira conveniente a uma composição escrita, era isso que eu queria; se fracamente e de modo medíocre, é o que consegui fazer (2ª Macabeus 15:37,38)

Tendo em vista tudo isso e muito mais, vemos que não é sem razão que devemos zelar pela manutenção do legítimo e verdadeiro cânon bíblico com 66 livros, pois estes outros sete livros adicionados estão repletos de heresias, lendas, mitos, absurdos e aberrações que algumas vezes chegam a beirar o ridículo. Se crermos na autenticidade canônica dos sete livros acrescentados pelos católicos, teremos consequentemente que reformular toda a ortodoxia bíblica que nega explicitamente todos os pontos mencionados acima. E por conta disso é importante defendermos o verdadeiro cânon e mostrarmos o porquê que os livros apócrifos são invenções humanas, e não inspiração divina.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.


 (apologiacrista.com)

segunda-feira, 13 de maio de 2013

DEUS TEM MÃE?


Deus tem mãe?

12 de Maio  é o tão comemorado o Dia das Mães, uma data que não deixa de ser especial e bela e, como não poderia ser diferente, uma velha discussão vem novamente à tona: será que Deus, o Eterno Criador e a Causa Primeira de tudo, também tem uma mãe? Sem querer me aprofundar muito no tema, que também já foi tratado por mim aqui, ,elaborei dez pontos a seguir que nos indicam claramente que não, Deus não tem uma mãe:

1º Porque, em primeiro lugar, para ser considerada como “mãe de Deus” devemos levar em conta o conceito trinitário de Deus. Deus não se limita apenas ao Pai, apenas ao Filho ou apenas ao Espírito Santo, mas o Pai, o Filho e o Espírito Santo é o único e verdadeiro Deus. Portanto, para Maria ser considerada como “mãe de Deus” teria que também ser mãe do Pai e do Espírito Santo. Senão, poderíamos nos utilizar exatamente do mesmo silogismo empregado pelos católicos contra eles mesmos:

a) Maria não é mãe do Pai;
b) O Pai é Deus;
c) Portanto, Maria não é mãe de Deus.

a) Maria não é mãe do Espírito Santo;
b) O Espírito Santo é Deus;
c) Portanto, Maria não é mãe de Deus.

2º Além disso, mesmo em se tratando de Jesus Cristo, devemos considerar que Maria foi mãe deledurante os 33 anos em que este esteve aqui na terra, e não na eternidade. Maria não pode ser considerada como mãe de Jesus enquanto este já existia desde a eternidade e esta nem sequer havia nascido ainda, tampouco na condição de Criador/criatura. Para alegar que Maria continua sendo mãe de Cristo seria necessário provar, antes de mais nada, que Jesus manteve a mesma natureza terrena também depois de já haver adentrado os céus, para que Maria seja biologicamente mãe de Deus. Ocorre, porém, que Deus é espírito (Jo.4:24), e um espírito não possui carne nem ossos (Lc.24:39). Jesus, em sua condição celestial, não está mais em carne (Hb.5:7), e, portanto, não possui a genética humana, razão pela qual Maria não é mais biologicamente ligada a Ele.

3º Ademais, dizer que Deus tem mãe por Maria ter sido mãe de Jesus na terra faz presumir outros absurdos ainda maiores, como o de, por exemplo, Deus ter um pai ou padrasto que é José, irmãos (ou “primos”, como os católicos preferem) e outros parentes. E por essa mesma linha, a mãe de Maria é avóde Deus, a avó de Maria é bisavó de Deus, a bisavó de Maria é tataravó de Deus, e por aí vai numa sucessão infindável até chegarmos em Eva. Assim, Eva seria parente de Deus em um grau bem distante! O que é mais racional: pensar que Deus tem mãe, tem irmão de carne, tem pai, tem primos, tem avó, bisavó e tataravó (e isso tudo em sentido biológico e genético), ou crer que todos estes citados são apenas criaturas de Deus, fazendo a correta distinção já citada entre o celestial e o terreno?

4º Levando-se em consideração que só se é mãe daquilo que gera, devemos perguntar: Maria gerou a divindade de Cristo? Não! Maria gerou apenas a natureza humana de Jesus, enquanto este esteve “nos dias de sua carne” (Hb.5:7). A natureza divina de Cristo sempre existiu, é eterna, vem de muito antes de Maria sequer existir. Alegar que Maria é mãe de Deus implica em cair em dois absurdos: o de alegar que pode ser mãe de algo que não foi gerado por ela, ou o de que Maria gerou sim a divindade de Cristo. No primeiro caso, Maria seria mãe apenas da humanidade de Jesus, não da divindade (e, portanto, mãe de Jesus homem, não da divindade de Cristo), enquanto que no segundo caso Maria teria de ser anterior à natureza divina de Cristo para tê-la gerado, o que é impossível, visto que Jesus é Criador e Maria criatura.

5º Colocar Maria no patamar de “mãe de Deus” (Theotókos) é uma abominável heresia que chega até mesmo a ser blasfêmia, no mesmo nível dos povos pagãos que sempre tinham uma “deusa-mãe” que era considerada a “mãe de Deus” por estes povos. Os católicos rejeitam o título de “deusa-mãe”, mas aceitam o de “mãe de Deus”, numa tentativa de camuflar a sua nítida ligação com os povos pagãos, tais como Ísis, cultuada no Egito como a “mãe de Deus”. Curiosamente, ela também detinha o título de“Rainha dos Céus” (Je.7:18; 44:17-25), exatamente o mesmo que os católicos atribuem hoje a Maria, além de “Nossa Senhora”. Este sincretismo claro com o paganismo evidencia que considerar Maria como a mãe de Deus não é meramente uma afirmativa da divindade de Cristo, como alegam os católicos, mas sim a defesa de um sincretismo religioso pagão no qual Maria é cultuada com os mesmos títulos e atribuições que os pagãos ofereciam à sua deusa-mãe, a Rainha dos Céus.

6º Ainda que essa questão seja delicada e possa vir a escandalizar muitos, deveríamos perguntar: Deus tem pênis? Óbvio que não. Mas a natureza humana de Jesus tinha. Não conseguir diferenciarclaramente como dois extremos distintos a natureza humana de Cristo na terra da natureza divina de Cristo no Céu nos levaria a inúmeros absurdos, indo muito além do mencionado acima. Se Maria é mãe de Deus por ter sido mãe de Jesus durante 33 anos enquanto este esteve em carne aqui na terra, então Deus possui todas as características físicas de Cristo-homem. Mas se essas características já não fazem parte dEle, como Deus, então como Maria pode ser considerada mãe de Deus?

7º Se Maria é mãe de Deus por ter sido mãe de Jesus na terra, então deveríamos concluir que Deus morreu na cruz. Ora, isso é um absurdo, visto que a Bíblia ensina que Deus é imortal, Ele não pode morrer em circunstância nenhuma (1Tm.6:16). Então, se Deus é imortal e não pode morrer, segue-se logicamente que Deus não morreu na cruz. E, se Deus não morreu na cruz, Maria não pode ser chamada de mãe de Deus, visto que ela tinha sido mãe exatamente daquele Jesus que foi pregado e morto numa cruz.

8º Uma outra pergunta semelhante é: Deus nasceu depois de nove meses? Se sim, isso nos levaria a crer que Deus teve um começo, o que vai totalmente contra a crença teológica universal de que Deus é a Causa Primeira, é o Eterno, aquele que não teve começo e nem terá fim de dias (Hb.7:3). Portanto, Deus não teve um começo, Ele não nasceu do ventre de Maria. E, se Deus não nasceu depois de nove meses, isso significa que Maria pode ser considerada mãe do Filho de Deus, ou mãe de “Jesus Cristo homem” (1Tm.2:5), mas não mãe de Deus, se Deus não nasceu no ventre dela. Mãe de Deus é uma terminologia errada, que pode perfeitamente ser substituída por várias outras que podem se aplicar devidamente.

9º Temos que lembrar também que Jesus se esvaziou quando se tornou homem, conforme diz Paulo:“mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo” (Fp.2:7). Ele “não teve por usurpação ser igual a Deus” (v.6). No registro conservado do apóstolo Tadeu, que conviveu com Cristo, confirmamos a interpretação de que este esvaziar implicou em depor a própria divindade. Isso foi registrado por Eusébio de Cesareia, que fez menção às palavras de Tadeu nas quais ele afirma que Jesus depôs a sua divindade ao se fazer humano:

"E Tadeu respondeu: Agora guardarei silêncio. Mas amanhã, já que fui enviado para pregar a palavra, convoca em assembleia todos teus concidadãos, e eu pregarei diante deles, e neles semearei a palavra da vida: sobre a vinda de Jesus: como foi; e sobre sua missão: por que o Pai o enviou; e sobre seu poder, suas obras e os mistérios de que falou no mundo: em virtude de que poder realizava isto; e sobre a novidade de sua mensagem, de sua humildade e humilhação: como se humilhou a si mesmo depondo e reduzindo a sua divindade, e como foi crucificado e desceu ao Hades, e fez saltar o ferrolho que desde sempre prevalecia e ressuscitou mortos, e como, tendo descido só, subiu a seu Pai com uma grande multidão" (História Eclesiástica, Livro I, 13:20)
 
Significado de Depor
v.t. e v.i. Pôr de parte, pôr no chão, deixar alguma coisa que se trazia.

Portanto, Maria foi mãe de Jesus enquanto este esteve esvaziado de seus atributos da divindade, e não como Deus. Isso explica o porquê que Ele não sabia qual o dia da Sua própria volta (Mc.13:32), pois já havia se esvaziado do atributo da onisciência, e o porquê que Ele não pôde (ao invés de “não quis”) realizar milagres em certa ocasião por causa da incredulidade do povo (Mc.6:5), pois já havia seesvaziado do atributo da onipotência.

Somente sendo plenamente humano Jesus pôde ser verdadeiramente tentado no deserto (Mt.4:1), pois Tiago nos diz que “Deus não pode ser tentado” (Tg.1:13). E exatamente por ter sido plenamente humano como nós que hoje nós podemos nos espelhar no exemplo de Cristo que venceu o maligno como homem, para que, na mesma posição de humanos e não na de um Deus-homem, possamos vencer também da mesma forma que Ele venceu (Hb.4:14-16). Por isso podemos dizer que Ele foi igual a nós“em todos os aspectos” (Hb.2:17).

10º Finalmente, devemos ressaltar que a crença de que Maria foi mãe de Deus não se encontra na Bíblia, pois em lugar nenhum Maria é relatada como sendo “mãe de Deus”, este título é completamente omitido com relação a ela. Ao invés disso, vemos dezenas de citações nas quais Maria é relatada como sendo mãe de Jesus, contra zero dizendo que era mãe de Deus. Isso revela que, no mínimo, os apóstolos e evangelistas eram muito mais cuidadosos nessa questão do que os católicos atuais, que sem papas na língua dizem por todos os quatro cantos da terra que Maria é mãe de Deus, coisa na qual todos os escritores bíblicos foram suficientemente cautelosos para nunca dizerem isso.

Então, podemos afirmar, sem medo de errar, que não, Deus não tem uma mãe.

Paz a todos os que estão em Cristo.

Artigo extraído da apologética de Lucas Banzoli
Adaptações para o blog e informações somativas de Gabriel Felipe

terça-feira, 6 de novembro de 2012

VERDADEIRA IGREJA DE CRISTO?


Religião Romana, jugo, mentira e decadência

“Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” (Gálatas 5:1)

 

Olá, amigos e leitores do Blog Palavra a Sério, a paz de nosso Senhor Jesus! No mês passado postei algo ligado ao tema “catolicismo romano” e, nessa postagem, trato novamente desse tema. Acredito não estar sendo “repetitivo” em tratar certos assuntos, mas, pelo contrário, creio que seja interessante e importante para nós, servos do Altíssimo, sabermos mais sobre um sistema dominador e religioso que nos cerca e que nos tem como “seitas” e povo “excluído da verdadeira Igreja de Cristo”

O sistema Católico Romano, cujo líder atual e o Papa Ratzinger (Bento 16), afirma ser a única igreja verdadeira. Os dois pilares sobre os quais o Catolicismo está fundamentado são:

1) A Sucessão Apostólica

2) O Poder Temporal do Papa.

Como não foi edificada sobre a Petra = Rocha = Cristo - mas sobre Petrus = seixo/ fragmento = Pedro, esta igreja não pode ser infalível, porque o único infalível é o Senhor Jesus Cristo. Pedro era um pecador falível, tanto que logo após a sua confissão de fé em Mateus 16:16, ele é chamado de Satanás pelo próprio Senhor Jesus (verso 23). Em Gálatas 2:11-14 o apóstolo Paulo, referindo-se a Pedro, diz o seguinte: “E, chegando Pedro à Antiquai, lhe resisti na cara, porque era repreensível. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando, e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão. E os outros judeus também dissimulavam com ele, de maneira que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação. Mas, quando vi que não andavam bem e diretamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?”

Quando lemos a Carta de Paulo aos Gálatas vemos que Pedro não era o chefe da Igreja de Jerusalém e sim Tiago, o irmão carnal de Jesus (2:9), porque foi ele quem deu a palavra final no Concílio de Jerusalém, a respeito da circuncisão dos gentios (Atos 15:12-20). Aliás, no Novo Testamento não existe a expressão “igreja verdadeira”, mas a palavra “igrejas”, a qual aparece nada menos que 36 vezes. Como por exemplo em Romanos 16:16-b, onde lemos: “As Igrejas de Cristo vos saúdam”. E na 1 Coríntios 11:16, na 2 Coríntios 8:1 e na 2 Tessalonicenses 1:4, lemos: “nas igrejas de Deus...”, etc. Esse conjunto de igrejas, num mesmo Espírito (uma só OBRA), compõe sim uma IGREJA SÓ, o CORPO de Cristo, a IGREJA FIEL.

O Poder Temporal da Igreja romana foi obtido à custa de um documento forjado com o título de “Doações de Constantino” que legava ao Papa Adriano I todos os países do chamado Sacro Império Romano daquela época. (“Four Horsemen” p. 13, J.T.Chick).

Se a Bíblia reconhece a existência de muitas “igrejas verdadeiras”, contanto que sejam fiéis à Palavra de Deus; então, qualquer igreja que afirma ser a “única igreja verdadeira” está negando a Bíblia, portanto é uma igreja falsa, não bíblica. Quando Paulo diz em Gálatas 5:1 “ESTAI, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” Ela está condenando veementemente a ditadura religiosa imposta por homens falíveis.

Igrejas que usam ensinos complementares e visões de “santos” e “anjos” são igrejas antibíblicas, portanto não podem ser consideradas como verdadeiras. A Igreja Católica Romana tem apelado para visões de Maria e de “santos”, conforme sua conveniência política. Logo após ter perdido a I Guerra Mundial (bolada pelo Vaticano através dos Jesuítas, conforme “The Godfathers”, J.T.Chick, o Papa Pio XII afirmou ter tido a visão do sol dançando no céu. Essa visão (mentirosa ou satânica) aconteceu porque ele precisava sustentar a forjada aparição de Fátima, cuja protagonista principal foi nada menos que a sobrinha do futuro Bispo de Leiria, chamada Rosa Bacelar (segundo conta o ex-padre Aníbal Reis em seu livro “A Senhora de Fátima”, p. 13). Essa aparição se deu exatamente em Fátima, Portugal, por 3 motivos: 1) Combater o Socialismo que ameaçava a ditadura católica romana naquele país. 2) Liquidar a religião ortodoxa na Rússia, pois Maria pedia que o povo orasse pela conversão desse país. 3) Agradar os muçulmanos, pois a cidadezinha montanhosa de Fátima fora assim chamada em honra à filha mais velha de Maomé, Fátima, esposa do primo e sucessor de seu pai.

De uma cajadada só a “santa madre” matou três coelhos: 1) Destruiu o Partido Socialista em Portugal. 2) Liquidou o Czar Nicolau I da Rússia (que protegia os Ortodoxos) e 3) Enganou os muçulmanos com as tais “novenas de Fátima”, pois os seguidores de Maomé ainda hoje acreditam que foi a filha de Maomé quem lá apareceu (“The Prophet”, p. 26, N.T. Chico). Dizia o Dr. Alberto Rivera, ex-padre Jesuíta, que a Ordem Jesuíta programou várias aparições de Maria na China, Rússia, e Estados Unidos (Ibid p.27). Só os iludidos acreditam nessas aparições fajutas.

Coitado do homem mais rico do mundo, que agora é o Papa Ratzinger! Ele já não pode fumar suas três carteiras diárias de Malboro (segundo informação do seu irmão Georg), tomar o seu chope na hora em que deseja fazê-lo, nem ficar navegando horas e horas, na Internet, porque os seus encargos de papa lhe tomam um tempo enorme, tentando se equilibrar na corda da mentira institucionalizada de sua "igreja".

O Brasil tem problemas graves de desigualdade social, corrupção generalizada, violência urbana e muitos outros que não tenho tempo de citar. Hoje, as notícias que mais chamam a atenção dos alemães sobre o nosso país, além do futebol e do carnaval, são as notícias da violência que predomina no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Provavelmente a chacina de 11 crianças numa escola do RJ (hoje) já está bombando nos jornais europeus.

Nós, brasileiros, somos roubados pelos bandidos, pelos políticos e, com corrupção típica de um país, cujo povo vive bajulando os papas, ficamos expostos à maldição espiritual, por causa da rompante idolatria dos membros da meretriz romana. Você, católico iludido, voluntariamente, por mera preguiça de ler a Bíblia, aprenda a ser um cristão e, porventura, um servo do DEUS vivo!

 

Escrito por Gabriel Felipe M. Rocha/ Artigo e informações de Mary Schultze/ www.maryschultze.com

(Algumas informações históricas e adaptação do texto para o blog -Gabriel Felipe M. Rocha)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Pedro, o primeiro Papa? Como assim?


Pedro, o primeiro Papa? Como assim?

Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja (Mt.16.18)
 


Irmãos, amigos e leitores (de bom gosto) do blog Palavra a Sério, a paz de nosso Senhor Jesus!

Ano passado postei algo sobre essa temática (http://palavraserio.blogspot.com.br/2011/10/heresias-catolicas-3-pedra-e-pedro-ou.html), mas achei por bem escrever e buscar mais informações a respeito dessa heresia romana, uma vez que, questionamentos sobre tal tema surgem sempre e precisamos estar preparados para explicar (não contender), expressar e elevar a veracidade da palavra.

Sou graduado em História e pós-graduado em Sociologia, mas no momento estou na Filosofia com o objetivo de conseguir o título de mestre nessa área. Estudo em uma faculdade jesuíta e, conseguintemente, eu tenho alguns colegas padres e seminaristas. Num certo dia, resolveram me desestruturar dizendo que: eu, um protestante, não estou fundamentado em Cristo, porque minha igreja não está fundamentada em Pedro, mas sim em homens como Lutero, Calvino, etc. Bem, não precisa ser tão inteligente para perceber que na “apologética” deles já encontramos contradições terríveis. Eles estão em Cristo ou em Pedro? E se estão em Pedro, por que nos acusam de estarmos “edificados” em homens (que não é verdade)? Ou Pedro era um anjo ou semideus e não fiquei sabendo...

Bem, vamos ao assunto:

A expressão “sobre esta pedra” está relacionada à resposta de Pedro, que disse: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo.” É sobre Cristo que a Igreja foi edificada e não sobre Pedro.

Jesus afirmou que Ele próprio era a pedra (Mt 21.42). A afirmação de Jesus é uma interpretação veraz do Salmo 118.22. O próprio Pedro identifica Jesus como sendo a pedra (At 4, 11, 12; 1Pe 2.4-6).

Se Pedro foi papa durante vinte e cinco anos, então existe algo errado, já que o apóstolo foi martirizado no reinado de Nero, entre os anos 67 e 68 a.D. Subtraindo desta data vinte e cinco anos, retrocederemos ao ano 42 ou 43 a.D. Nessa época, não havia sido realizado ainda o Concílio de Jerusalém (At 15), que ocorreu por volta do ano 48 a.D, ou um pouco depois. Pedro participou do Concílio, mas foi Tiago quem o realizou e presidiu (At 15.13, 19).

O apóstolo Paulo escreveu sua epístola aos romanos no ano 58 a.D. e, no capítulo 16, mandou saudação para muita gente em Roma, mas Pedro sequer é mencionado. Por outro lado, Paulo chegou a Roma no ano 62 a.D. e foi visitado por muitos irmãos (At 28.30,31). E também nesse período não há nenhuma menção a Pedro ou a algum papa. O apóstolo Paulo escreveu quatro cartas de Roma: Efésios, Colossenses e Filemon (62 a.D.) e Filipenses (entre os anos 67 e 68 a.D.). Todavia, Pedro não é mencionado em nenhuma delas e, novamente, não se tem notícia do suposto pontificado de Pedro.

Devemos, ainda, considerar o texto em estudo e seu contexto:


1) Enquanto Pedro é mencionado na segunda pessoa (tu), a expressão “esta pedra” está na terceira pessoa.
2) Pedro (
petros) é um substantivo masculino, enquanto pedra (petra), um feminino singular. Consequentemente, estas palavras não têm a mesma referência. Ainda que Jesus tivesse falado em aramaico (provavelmente), o original grego inspirado traz as distinções. O interessante é que até as próprias autoridades teológicas católicas concordam que a referência bíblica em estudo não está relacionada a Pedro.

O destaque aqui é para João Crisóstomo e Agostinho.


Agostinho, em seu comentário sobre o evangelho de João, escreveu:
“Nesta pedra, então, disse Ele, a qual tu confessaste, eu construirei minha Igreja. Esta Pedra é Cristo; e nesta fundação o próprio Pedro construiu.” Assim, não existe fundamento bíblico nem subsídio histórico para consubstanciar a figura de Pedro como papa (Ef 2.20).

E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.

Com base nesta afirmação de Jesus a Pedro, ensina o Catolicismo Romano, que tanto esse apóstolo quanto seus sucessores foram revestidos de um poder especial e exclusivo, tornando o papado infalível.

A doutrina católica sobre a infalibilidade papal não encontra apoio nas Escrituras. Jesus, de modo algum, outorgou autoridade a outras pessoas para exercerem, de forma singular, a liderança (como cabeça) de sua Igreja. Com base em Mateus 18.15-20, Jesus estende a autoridade que concedeu a Pedro aos demais discípulos, como membros do corpo de Cristo. Esse tipo de autoridade era comum aos rabinos, que tinham o privilégio de dar “permissão” e “proibir”. Não se tratava de uma porção de poder exclusiva somente a Pedro. A Igreja também recebeu a mesma autoridade, pela qual proclamamos o evangelho, o perdão de Deus e o julgamento divino aos impenitentes. Contudo, o único que tem proeminência sem igual é Cristo, a pedra angular. Os demais crentes, inclusive Pedro, são as “pedras vivas” (v.5) nesta edificação.

O papel de Pedro, no Novo Testamento, está longe da reivindicação católica romana de que ele possuía e era autoridade sobre seus companheiros. Embora tenha sido o orador principal no dia de Pentecostes, no entanto, sua atuação no restante do livro de Atos é escassa, sendo considerado tão-somente como “um dos apóstolos”. De forma muito clara, o apóstolo Paulo falou o seguinte: “Em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos” (2Co 12.11).

Será que uma leitura mais cuidadosa da carta escrita aos gálatas nos levaria a aceitar que algum apóstolo foi superior a Paulo? Claro que não. Pois Paulo disse ter recebido uma revelação (do evangelho) que não veio dos demais apóstolos (Gl 1.12; 2.2) e que o seu chamado era semelhante ao ministério de Pedro (Gl 2.8), a ponto de usar da autoridade que tinha como apóstolo para repreender duramente o próprio Pedro (Gl 2.11-14). Bem, infalível ele não era, assim como nós não somos.

O fato de Pedro e João terem sido “enviados pelos demais apóstolos” a uma missão especial em Samaria demonstra que Pedro não tinha uma posição superior entre eles (At 8.4-13). A OBRA era exclusiva do Espírito Santo. No ministério prático da Igreja Fiel, o Espírito santo é quem se coloca como “liderança”, pois é o Espírito de Jesus, o Cabeça da Igreja. Se Pedro de fato fosse superior aos demais, por que é dispensada ao ministério de Paulo uma atenção maior, fato constatado nos capítulos 13-28? No primeiro concílio realizado em Jerusalém (At 15), a decisão final não partiu de Pedro, mas, sim, dos apóstolos e dos anciãos. Além disso, foi Tiago, e não Pedro, que presidiu o conselho (At 15.13). em momento algum, já que era, segundo o catolicismo, superior aos demais apóstolos, Pedro reivindicou ser pastor das igrejas, antes exortou os presbíteros para que cuidassem do rebanho de Deus (1Pe 5.1, 2). Embora reconhecesse ser “um” apóstolo (1Pe 1.1), não se intitulou “o” apóstolo, ou chefe dos apóstolos. Sabia que era apenas “um” dos pilares da Igreja, junto com Tiago e João, e não “o” pilar (Gl 2.9). Contudo, foi falível em sua natureza. Somente a Palavra de Deus é infalível. Isso, no entanto, não quer dizer que Pedro não teve um papel significante na vida da Igreja.

Segundo afirma o catolicismo romano, os “sucessores” de Pedro ocupam sua cadeira. Quando, porém, analisamos as Escrituras, encontramos critérios específicos para o apostolado (At 1.22; 1Co 9.1; 15.5-8), de modo que não poderia haver sucessão apostólica no bispado de Roma ou em qualquer outra igreja.

Quanto às chaves entregues simbolicamente a Pedro, não significam que esse apóstolo tinha poder para fazer entrar no céu quem ele quisesse. Simplesmente representam a propagação do evangelho, pela qual todos os pregadores, e não apenas Pedro, podem abrir as portas dos céus aos pecadores que desejam ser salvos. Jesus foi explicito e enfático ao ordenar a divulgação das boas-novas em Lucas 24.46, 47. A mensagem de salvação produz arrependimento, por meio da fé na pessoa e obra de Cristo; ou seja, em sua morte e ressurreição. Pedro abriu as portas do céu para seus ouvintes no dia de Pentecostes (At 2.37-41) e na casa de Cornélio (At 10.42, 43).

Fonte:

Bíblia Apologética de Estudo – Edição Corrigida e Revisada Fiel ao Texto Original. Bíblia de Estudo Palavras Chave (CPAD). J.F.A/ Grego e Hebraico.

Gabriel Felipe M. Rocha