sábado, 2 de julho de 2011

URIM E TUMIM

Urim e Tumim

Por Gabriel Felipe

Ex. 28:30

Os termos Urim e Tumim como Elohim estão no plural assinalados pela terminação “im”. O singular seria respectivamente “Or, Tam, El”, que significam luz, perfeito, Deus (singular). A expressão “No princípio criou Deus” no hebraico: Ber’eshit bará’ Elohim, o verbo (bará) está no singular enquanto que o sujeito Elohim está no plural porque o sujeito é a Trindade (que são três em um). A palavra Tam está relacionada ao sacrifício dos animais que tinham que ser perfeitos, puros, sem mancha, imaculados (significado de Tam). Este termo portanto, está ligado a Jesus como o Cordeiro de Deus (imagem do animal sacrificado no altar do holocausto). Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” I Pedro 1:19, o único que pelo seu sangue isenta o pecador da culpa. Traduzir-se Urim e Tumim por luzes e perfeições é como se dizer deuses para Elohim, até pagãos, porquanto jamais de traduziu Elohim (Deus) como deuses, com letra minúscula. Então Urim e Tumim tem o mesmo valor de Elohim (identificando-se nos termos, a Trindade, igualmente) pois se tivesse havido um verbo definindo-os, este estaria no singular como acima mostrado porque tem a mesma conotação. Ainda como se não bastasse, tendo em vista que o hebraico faculta em mexer-se com as palavras dentro das palavras por elas compostas, encontra-se a palavra “mut” formada com as letras de Tum im (mut) (quase que como em código - na escrita bidimensional da Bíblia) e que significa morto e é a palavra quem o diz: “E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto...” (Ap. 5:6). Portanto Tumim, não há dúvida, tem uma ligação direta com o Cordeiro, porque perfeito, puros etc. eram os animais sacrificados.

Se forem escritas as palavras Urim de cima para baixo (do céu para a terra) e Tumim debaixo para cima (da terra para o céu) como num acróstico, no encontro das duas palavras surgirão dois “m” bem no meio. A primeira letra de Urim é um álef (que corresponde ao alfa no grego) e a última será “tav” (que corresponde ao ômega no grego), entender-se-á: “Eu sou o alfa e o ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso”, Ap. 1:8 - o mesmo quer dizer: Eu sou o Urim e o Tumim...sou a Luz (Revelação) e o Cordeiro que foi morto mas que vive eternamente. A letra M na junção dos dois nomes significa a continuidade, geração e gerações, que tanto o Senhor exigiu dos israelitas ali no Tabernáculo - “Tu pois ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite pura de oliveiras, batido para o candeeiro, para fazer arder as lâmpadas continuamente”. Ainda, as três linhas encontradas no acróstico são: Álef, mem e tav (no hebraico) que formaram a palavra EMET que significa VERDADE. “O Verbo era Deus, e o Verbo estava com Deus” Jo 1:4. Que é o Verbo? É a Palavra. Jesus é o verbo, além de ser “A Verdade, o Caminho e a Vida”. “Era a vida, a vida estava nele, e a vida era a luz dos homens”. Ora, por isso, consultamos a Palavra porque é a Verdade, à semelhança do Sacerdote que consultava por Urim e Tumim, cuja resposta era dada por esses elementos que outros não eram senão a revelação (luz - Urim) e pela tipificação do Sangue do Cordeiro (Tumim) e ambos eram JESUS apontando em todas as imagens formadas pelos elementos do Tabernáculo.

“Porque os lábios do sacerdote guardarão a ciência, e da sua boca buscarão a lei, porque ele é o anjo do Senhor dos Exércitos” Mal. 2:7.

Então se Urim e Tumim representassem alguma coisa existente teriam sido descritas, sua natureza ou o modo de prepará-las.

O coração é o centro da vida espiritual, da vida emocional. Então trazer sobre o coração, não significa trazer na mente mas denota que o entrelaçamento pessoal com a vida do outro, por virtude, pertence ao Sumo-Sacerdote, que trazia Israel à presença de Jeová, uma lembrança para que Deus aceitasse o seu povo. Uma vez vestido o sacerdote, Urim e Tumim apareciam diante de Jeová como advogado dos direitos do seu povo que ele deveria receber para a congregação a iluminação requerida para proteger e amparar estes direitos. Os termos Urim e Tumim são encontrados em apenas 7 versículos na Bíblia, respectivamente:

Ex. 28:30; Lev. 8:8; Num. 27:21; Dt. 33:8. Aqui amado vem da raiz de hésed (graça); I Sam. 28:6 (Aqui uma ênfase aos dons: sonhos, revelação e profecia); Esd. 2:63 (“... até que houvesse sacerdotes com Urim e Tumim...”) equivale dizer: com dons. Nee. 7:65 (o mesmo de Esd. 2:63)

Tendo em vista que o assunto é até polêmico,busquei mais sobre o mesmo: Mc. 13:32; Sal. 98:4 e Jos. 8:1.

Ainda ,por revelação da palavra, o Senhor mostrou algo mais sobre o peitoral do juízo, conforme os versos a seguir:

“Quadrado e dobrado, será de um palmo o seu cumprimento, e de um palmo a sua largura; E encherás de pedras de engaste... com quatro ordens de pedras que representam as tribos de Israel. “Também porás no peitoral URIM e TUMIM para que estejam sobre o coração de Arão, quando entrar diante do Senhor; Assim Arão levará o juízo dos filhos de Israel sobre o seu coração diante do Senhor continuamente”. O Peitoral ficava sobre o peito do sacerdote. Era o âmago, a intimidade, as entranhas, o interior, como se fosse a casa do Sumo-Sacerdote. O peitoral era o símbolo da Santa Cidade - A Jerusalém Celestial - onde o Grande Sumo Sacerdote governará. No peitoral havia 04 fileiras de pedras de engaste e nelas estavam gravados o nome das 12 tribos.

A Cidade Eterna também tinha a forma quadrada e as mesmas pedras do peitoral formavam os fundamentos da Cidade e nestas pedras estavam gravados os nomes dos 12 apóstolos, enquanto que o nome das 12 tribos que estavam gravados nas pedras do peitoral, como selo e como memorial, passaram às portas da cidade, em número de 12. “E a cidade estava situada em quadrado: e o seu comprimento era tanto como a sua largura, e mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais”. (Ap. 21:10, 16, 19).

“E levou-me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a grande cidade, a Santa Jerusalém que de Deus descia do céu (Ap. 21:9). “E olhei e eis que estava o Cordeiro sobre o monte de Sião...” Ap. 14:1.

Portanto, Urim e Tumim à semelhança de como ficavam no meio do peitoral, simbolizava Jesus no meio da Cidade Santa. Era a luz e era o Cordeiro no meio do trono (Ap. 7:17). “Porque o cordeiro que está no meio do trono os apascentará, e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida: e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima”.

Trata-se, então da Casa Eterna do Cordeiro, descrita em Ex. 28:30 como um símbolo, no bolso do peitoral - como já dito, o âmago, a intimidade, as entranhas, o interior. Jesus em pleno governo. Uma luz que nunca se apagará, um Cordeiro Perfeito “como havendo sido morto”, mas que vive eternamente. No meio da sua cidade a veste deste Sumo-Sacerdote, da ordem de Melquisedeque, não terá um bolso, que apenas simbolizava a sua casa, semelhante ao “Santo dos Santos”, o seu trono da cor de uma safira. Ele estará então “vestido até os pés de um vestido comprido, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro” Ap. 1:13-15. Os seus pés semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha e a sua voz como a voz de muitas águas”. “ E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre” Ap. 1:18.

Eis aí o mistério de Urim e Tumim: a luz e o Cordeiro embutidos no bolso da veste sacerdotal, escondidos, tão escondidos quanto a própria Cidade Eternal que ainda estava e está nos projetos do Pai, à semelhança de quando Deus falava de um lugar onde ali poria o seu nome (Dt. 12:5) onde o seu povo o adoraria. Uma cidade, para nós hoje, ainda distante, até o tempo do cumprimento da Palavra. O peitoral era o Peitoral do Juízo: “E vi os mortos que estavam diante do trono, e abriam-se os livros, e abriu-se outro livro que é o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. Ap. 20:12.

E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. Escreve: porque estas palavras são fiéis e verdadeiras”. Ap. 21:5.

Lemos em Hb. 10:7: “Então disse: Eis aqui venho (no princípio do livro está escrito de mim), para fazer, ó Deus, a tua vontade”. E realmente o nome de Jeová (Adonai) (que é Jesus como Deus da salvação) está escrito em Gên. 1:3 nas letras do verso: “Haja luz, e houve luz” (Cf. João 1:1-4) - “Ele estava no princípio com Deus... E nele estava a vida e a vida era a luz dos homens... E a luz resplandece nas trevas...”.

Então se Urim é luz, se Jesus é o Urim (não tenho dúvida) ele estava no princípio de todas as coisas, ele era a revelação de todas as coisas que foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Trata-se mesmo do Urim e Tumim que estava (verbo no singular, porque eram ambos Jesus) no bolso da veste sacerdotal, como um símbolo de consulta através da revelação e do sangue de Jesus - o Cordeiro que era sacrificado todos os dias, de manhã e à tarde (o Tumim), até aquele dia em que se deu na cruz como Oferta da Tarde.

“Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro. Bem aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas”. Ap. 22:13-14.

Quando ao Urim e Tumim há de se considerar o fato do plural da palavra Elohim. Em Elohim estão contidas as 3 pessoas da Trindade. O verbo está sempre no singular, como por exemplo Elohim bará (Deus criou) Gen. 1:1.

Quando Deus criou o mundo Jesus Cristo estava lá, (O Pai, o Filho e o Espírito Santo) englobados na palavra Elohim. Em João1:1-2 lemos que “no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus” Em hebraico diz assim: Bereshit bara Elohim et hashamaim vet haretz. Literalmente no princípio. No verso 3 de João lemos: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 4 “A vida estava nele e a vida era a lux dos homens. 5 “A luz resplandece nas trevas e as trevas não prevaleceram contra ela”.

Temos aí um relato preciso do que aconteceu no Gênesis: Ele estava lá no princípio, fez todas as coisas, era a vida, era a luz e cujas trevas não prevaleceram à luz, pois que diz Gênesis 1-2 e 3: “havia trevas ... e disse Deus: haja luz e houve luz ... e fez Deus separação entre luz e trevas.

No verso 3 do capítulo 2 de Gênesis lemos: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou , porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera. O número 7 indica a perfeição de Deus, indica o término, o completar de uma determinada coisa, uma obra completa, terminada e acabada.

Assim, podemos encontrar uma definição para Urim e Tumim. Urim é um plural (como é Elohim), significa luzes. O singular seria Or (Como El seria o singular para Elohim). Tumim é um plural também cujo singular seria Tam. Traduzir-se Urim e Tumim literalmente por “luzes e perfeições” não creio que atingiria o propósito de Deus nestas duas palavras chaves nas vestes sacerdotais.

Então se Elohim inclui a Trindade, é certo que Urim também neste contexto, está incluindo a mesma Trindade bem como Tumim. Entretanto Urim (uma vez que a Trindade é um singular) é Or. Tanto Gênesis como João estão falando de Jesus como luz “Haja luz e houve luz” , “e fez separação entre a luz e as trevas”. Nós sabemos que Jesus é a luz do mundo.

No princípio era o Verbo e o Verbo estava no princípio ...” Jesus é o Verbo e a Palavra é Verbo, portanto, Jesus é a Palavra.

Então Urim está falando de Jesus como a luz ( no plural englobando a Trindade).

Tumim - indicando a perfeição de Deus, a obra completa de Deus. “Jesus é que fez todas as coisas e nada foi feito sem Ele”. Da mesma forma um plural, também englobando os três como em Elohim, e falando da perfeição da obra terminada. O singular de Tumim é Tam, que tem o sentido de perfeição, de algo que se completa e que se termina.

Se, agora, escrevermos como um acróstico as palavras Urim e Tumim no original hebraico de forma de Urim vai de cima para baixo enquanto que Tumim vem de baixo para cima, a unção das duas palavras será um M, a primeira letra de Urim é um Álef e neste caso a última do acróstico será o T (de Tumim de baixo para cima). AS três letras hebraicas: Álef, Mem (m), Tave (t) vão formar a palavra hebraica EMET que quer dizer verdade. Temos aqui a chave do mistério: “O Verbo era Deus, e o Verbo estava com Deus”. O que é o Verbo? É a PALAVRA e a PALAVRA estava com Deus”. Jesus é a VERDADE, o CAMINHO e a VIDA. II João 1 - ele “era a Vida, a vida estava nele, e a vida era a luz dos homens”.

Ora, a VERDADE e a PALAVRA, por isso consultamos a PALAVRA, à semelhança do Sacerdote que consultava por URIM e TUMIM, cuja resposta só Deus sabe como era dada.

Quanto ao aspecto da luz - URIM - podemos ainda tomar o esquema da “Grande Semana de Deus” em que temos: da criação a Abraão; de Abraão até Jesus; de Jesus até nós; o Arrebatamento; (...) semana (o milênio) e após a “santa cidade, Jerusalém que descia do céu, da parte de Deus” (Ap. 21:10). “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou e o Cordeiro é a sua lâmpada” (Ap. 21:23). Tudo começou com a luz e terminará com a luz “Então já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus (Elohim) (A Trindade pluralizada), portanto, Jesus incluso, brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos” (Ap. 22:05). Luz em relação ao Tumim - a sétima semana da criação - “E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera”. No texto em hebraico está repetida a expressão “Bará Elohim”. Este sétimo dia , pelo esquema citado, ocorrerá no milênio, respondendo a sétima semana de Deus, quando a terra descansará, vivendo um reinado de paz com Jesus - como o nosso Tumim - num interregno para transformar-se no nosso Urim. Em Gênesis diz: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou, porque nele descansou de toda a obra, e como Criador, fizera” (No hebraico: bará Elohim - criou Deus).

(...) ao peitoral propriamente dito, as pedras do mesmo oferecem uma posição diferente . Os nomes estavam em 12 pedras diferentes relacionadas aqui por tribos. Todos estamos no seu coração como nos seus ombros. Ele nos ama a todos e ele pagou um preço por todos.

Aqui nos defrontamos com uma surpreendente verdade: todos somos amados, estamos todos no seu coração, mas nem todos somos iguais no seu coração. Assim como diferem as pedras do peitoral assim acontece conosco. Somos todos jóias.

O Senhor teve um grupo de doze discípulos, depois três, depois um “a quem Jesus amou”. Ele me ama e deu sua vida por mim, mas a intensidade e o grau do seu amor está na proporção em que estamos mais longe ou se debruçados no seu peito. É o retrato da Igreja.

Nenhuma das peças eram iguais e foram apresentadas em ordem e maneira diferentes. Haviam pedras para cada nome separadamente. As 12 formavam o peitoral e cada uma tinha o seu lugar especial. Havia variedade de cor e brilho: o rubi, a esmeralda e a safira, cada uma tinha a glória e ornamento, cada uma diferente sem rivalidade entre elas. Uma unidade combinada com a diversidade. As diversidades dos servos: personalidades diferentes, temperamento, caracteres; uns cantam, outros pregam, outros tocam instrumento. Uns podem ter o brilho do sadio, outros a delicadeza do jacinto, outros podem ter as variedades da ágata; outros como um brilhante faiscante ou como um diamante. Daí, então, o galardão que cada um terá na cidade santa.

No peitoral todas as pedras são preciosas. Mas só podemos ser pedras preciosas se apreciarmos e tomarmos a cor da preciosidade que é Cristo.

GABRIEL FELIPE M.ROCHA

2 comentários:

L@. disse...

olá, místicos tem misturado a bíblia sagrada com a holística, usando uma psicoterapia baseada no tarô "bíblico". Fiquei tão chocada que resolvi buscar estudos bíblicos sobre Urim e Tumim.Mais chocada ainda fiquei em encontrar mais e mais afirmações de que Urim e Tumim eram instrumentos de adivinhação e tudo o mais..
Bom, fiquei satisfeita em encontrar o seu artigo, pois não pude aceitar aqueles absurdos como verdade e ainda por cima calcados na palavra do Senhor...
A primeira coisa que veio em minha mente foi: porque o Senhor meu Deus apoiaria uma coisa dessas, sendo que na mesma palavra que eu creio o Senhor a repudia?!
Bom artigo, esse tipo de estudo deve ser divulgado.

L@. disse...

Olá, místicos tem misturado a holística com a bíblia sagrada.
Fiquei chocada, mais ainda quando os vi justificando-se pela palavra do Senhor, especificamente pelo Urim e Tumim. Que bom que encontrei seu artigo, pois não pude aceitar o lançar sorte como verdade. A primeira coisa que pensei fi: como pode o Senhor se manifestar através de uma prática que ele mesmo repudiou, que é a adivinhação.
Bom artigo, estudos assim devem ser divulgados!