terça-feira, 31 de julho de 2012

MORTE E ESTADO INTERMEDIÁRIO REFUTANDO MAIS UMA HERESIA



Hebreus 9: 27 “E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo,
28 assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação”.


Olá, leitores do blog Palavra a Sério! Hoje decidi colocar aqui uma postagem sobre o tema “purgatório” que, além de ser polêmico é uma grande heresia da igreja romana surgida na Idade Média. Alguns dias atrás fui perguntado por uma pessoa e, alem disso temos recebido algumas visitas de “apostólicos romanos” no blog insatisfeitos com a verdade bíblica. A postagem de hoje é simples e sem muitos conteúdos teológicos, está mais para uma  breve informação sobre o assunto.

Comecemos com a História: Na Idade Media, com o fim gradativo do feudalismo, uma nova classe social européia ganhava força: a burguesia. No sistema feudal o valor estava na terra e na produção da mesma, era um sistema basicamente rural e, a Igreja Católica Apostólica Romana, era a maior detentora de terras no feudalismo, era a “senhora feudal”. Com o crescimento da burguesia e com o comércio em alta, o sistema feudal diminuía sua força, sendo assim, senhores feudais se viam numa situação difícil, inclusive a Igreja Romana. Por esse período a Igreja decretou pelas mãos do Papa que quem praticava o comércio tinha um destino certo: o inferno, a condenação. Mas quando a burguesia começou a enfeitar o bolso da Igreja Romana com valores relevantes, um documento novo seria criado, uma vez que não se podia voltar atrás no decreto anterior (pois o papa é “infalível”) a igreja organizou uma “segunda chance” para os pobres e condenados burgueses e para os seres humanos pecadores e assim nasceu uma das grandes heresias entre tantas dentro da Igreja Romana. Bonitinha a história, não é? É um fato!

Bem, vamos agora para a Palavra de Deus!



Não sabemos como os seres humanos deixariam este mundo para viver na Glória celeste se não tivesse o perdão do pecado. Mas, de qualquer maneira, em vida terrena, o fruto do pecado , e o juízo de Deus sobre eles causam a separação do corpo e da alma pela morte do corpo (Gn 2.17; 3.19,22; Rm 5.12; 1ª Co 15.21), tornando a morte uma certeza para todos.
 Essa separação entre alma e corpo é o resultado da separação espiritual de Deus, que, primeiro, causou morte física ( Gn 2.17; 5.5), e essa separação será agravada depois da morte para aqueles que deixarem este mundo sem Cristo.
 Em si mesma, a morte é um inimigo (1ª Co 15.26) e um terror (Hb 2.15).


Para os servos, o terror final da morte é abolido. O próprio Jesus, o Salvador ressurreto, passou por uma morte terrível e suportou a ira de Deus. Tirou de nós a ira de Deus, e vive para ajudar-nos quando deixarmos este mundo e formos para o lugar que ele preparou no outro mundo (Jo 14.2-3). Os servos do Senhor Jesus sabem que sua morte futura é um encontro marcado com o seu Salvador, que ele cumprirá fielmente. Paulo pôde dizer: “Para mim, o viver é Cristo, morrer é lucro”. Ele desejava “partir e estar com Cristo, o que incomparavelmente melhor” (Fp 1.21,23), sabendo que “deixar o corpo” é “habitar com o Senhor” (2ª Co 5.8).


Na morte, a alma dos crentes é aperfeiçoada em santidade e entra na vida de adoração nos céus (Hb 12.22-24). Resumindo, eles são glorificados.


Alguns não aceitam isso, mas, ao contrário ensinam que há uma disciplina purgativa após a morte, que equivale a um posterior estado de santificação. Nesse purgatório, a alma é preparada por um período de tempo para ser purificada, a fim de ver a Deus. Essa doutrina não tem base bíblica.


Os santos que vivem sobre a terra, na vinda de Cristo, serão aperfeiçoados moralmente e fisicamente para estarem com ele, no momento em que seu corpo for transformado (1ª Co 15.51-54), e parece que Paulo e o ladrão da Cruz esperavam a mesma admissão à presença de Deus.


Em si, estar sem o corpo é uma desvantagem, pois nós vivemos através do nosso corpo, e estar sem o corpo é uma situação de limitação e empobrecimento. Paulo desejava “ser revestido” com o corpo da ressurreição e não deseja de modo algum, estar “despido” (2ª Co 5.4). A ressurreição do corpo é uma esperança distintiva do cristão, confessada por todos os ramos da Igreja na face da Terra.


A morte é decisiva para o destino. A Bíblia não ensina que, após a morte, haja outra possibilidade de salvação para o perdido (Lc 16.26; Hb 9.27). Depois da morte, tanto os piedosos como os ímpios colherão o que tiverem semeado neste mundo (Gl 6.7-8).



Bíblia de Estudo de Genebra, nota em Filipenses 1.23, pág. 1414 – Ed. Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, editor geral R. C. Sproul.
 Gabriel Felipe

7 comentários:

Anônimo disse...

Olha querido, eu até concordo sobre o ponto de vista a respeito da doutrina do purgatório, mas eu tenho pra mim que Deus dá para o ser humano uma chance sim, não pós morte, nisso concordo plenamente, mas pós arrebatamento. Creio que Deus dará a chance porque a bíblia dá a idéia desta oportunidade. Contudo, um abraço.

Anônimo disse...

Quando se estuda a Grande Tribulação, a pergunta é inevitável:

haverá salvação neste período? O livro do Apocalipse mostra dois grupos distintos de salvos: os israelitas e os gentios (Ap 7.4-14). Isto significa que, apesar da oposição do AntiCRISTO, a Bíblia continuará a ser divulgada em escala mundial; evidentemente com a perseguição do anticristo que procurará queimar todas as bíblias que existem em sua época.

Enganam-se, portanto, os que afirmam que, após o arrebatamento da Igreja, as Sagradas Escrituras perderão a sua inspiração sobrenatural e única. Tal ensinamento não conta com qualquer respaldo bíblico. Afirma o profeta Isaías: “Seca-se a erva, e caem as flores, mas a palavra de nosso DEUS subsiste eternamente” (Is 40.8).

· É importante termos em mente que, aqueles que sobram do Arrebatamento, são os que não aceitaram a Jesus como Senhor e Salvador pessoal.

Veja como Deus dá a segunda chance mesmo durante a Tribulação, porque é do desejo dele que todos se salvem, mas Deus não pode forçar alguém a aceitá-lo.

Lembremos que Deus nos dá o livre arbítrio para tudo na nossa vida, inclusive para aceitá-lo ou não.

Deus quer, durante o período da Tribulação, cumprir dois objetivos:

· punir os pecadores impenitentes
· sensibilizar outros para o arrependimento e a fé
· restaurar por completo a nação de Israel

Por isto, Paulo escreveu sobre a justiça de Deus em Romanos 11:22:

"Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado (podado)."

Muitos vão ser salvos na Grande Tribulação

Em Apocalipse 7:9, João descreve uma grande colheita de almas:

"Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, [aglomeradas] de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos;"

O versículo diz que é uma multidão que ninguém podia contar.

Portanto, muitos se convencerão do pecado durante este período. São os novos crentes, que se convertem depois do Arrebatamento. Estes crentes se convencem do pecado durante os julgamentos que Deus envia ao mundo no período da Tribulação.

Deus prova, mais uma vez, que ama todos que se voltam para Ele, mesmo durante a Tribulação.

Gabriel Felipe disse...

Bem, de certa forma agradeço a sua participação aqui, mas quero te informar que: o assunto tratado na postagem não tem NADA a ver com o tema que você trouxe em seu comentário.
Mas,já que postou esse comentário, me sinto obrigado e te dizer que você está inteiramente equivocado e tais referencias que usou não indicam o que você acredita ser. Mas, já que estamos aqui vou te passar umas informações logo abaixo.

Gabriel Felipe disse...

Em Apocalipse lemos: “E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.” Apocalipse 20:04



Este versículo trata-se dos judeus, a igreja no entanto, já terá sido arrebataba e não passará pela grande tribulação, e quem ficar: Os desviados, os ateus, os pagãos e idolatras, não serão mais salvos, visto que negaram a oportunidade que tiveram, e Deus voltará a tratar do povo de Israel, e haverá 144 mil pessoas que serão salvos e todos estes serão judeus.

Respaldo Biblico:

“Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens … E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço.

Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.” Mateus 25:1-13.

Jesus em várias passagens nos alerta para sermos vigilantes. Por que Ele avisaria, se houvesse chance de salvação depois? Na citação acima, fica claro que a porta será fechada e as néscias, ou seja as igrejas loucas (que têm sincretismo religioso, que se esqueceram da Palavra e só pregam bobagem e prosperidade, ou frisam suas mensagens em santidade vã, como se a a salvação fosse obtida por uso de vestes, fato contrário a Bíblia), a porta será fechada. Perceba:

São 10 igrejas loucas, ou seja, não cita os judeus, portanto, para estes ainda haverá chance de salvação, no entanto, para a igreja louca (a metade) não haverá, visto que Jesus dirá:

“Em verdade vos digo que não vos conheço”

Gabriel Felipe disse...

Vamos buscar mais respaldo:

“Respondeu-lhes: Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão. Quando o dono da casa se tiver levantado e fechado a porta, e vós, do lado de fora, começardes a bater, dizendo: Senhor, abre-nos a porta, ele vos responderá: Não sei donde sois. Então, direis: Comíamos e bebíamos na tua presença, e ensinavas em nossas ruas. Mas ele vos dirá: Não sei donde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais iniqüidades. Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas, mas vós, lançados fora.” Lucas 13:24-28.

Esforçai-vos: Quando: Durante a grande tribulação? Não, hoje!

Novamente lemos que a porta será fechada, e que Jesus dirá: “Não vos conheço”

Em suma: O dia da salvação é hoje, Jesus nos diz para entrar pela porta da salvação hoje e vigiar!

“Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, Não endureçais os vossos corações, como na provocação.” Hebreus 03:15.

A salvação é para quem espera – “Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.” Hebreus 09:28.

Em Romanos 11 vemos estes três grupos de pessoas claramente: A igreja, os judeus e aqueles que não querem nada com Deus:

“Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos.”

Por isso Deus diz: “… Hoje, se ouvirdes a sua voz, Não endureçais os vossos corações, ” Hebreus 03:15.

Leia todo o capítulo de Romanos 11 para compreender melhor isso, deixarei mais um versículo para você compreender:

Romanos 11:04 “Mas que lhe diz a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos a Baal.”

No caso da grande tribulação, serão 144 mil. Viu a semelhança?

A salvação é hoje, o tempo dos salvos é hoje! A porta está aberta. Entre e vigie !

Aise Silva disse...

Oi querido, obrigado por visitar o Arte de Educar, gostei muito do seu blog, estarei sempre aqui!Uma semana abençoada para você!

Gabriel Felipe disse...

Olá,Aise! de nada !!!! agradeço por sua presença aqui também ,será um prazer